sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Segundo Dia

O dia começou também com uma surpresa agradável. Enquanto ia em direção ao templo (shrine, não lembro a melhor tradução), encontrei o museu do ttoek (bolo de arroz), onde fiz uma rápida visita aos 2 andares de museu e tomei chá e provei vários tipos de bolo de arroz.
        Em seguida, continuei para o templo (que é patrimônio mundial de acordo com a Unesco) e fiz uma caminhada longa e muito agradável pelo terreno. Segui então para o último palácio de Seul (são 4 palácios e 1 templo), ao contrário do dia anterior,  não tive a chance de ver uma cerimônia de troca de guardas ( vi 2 no primeiro dia).
        Terminados os templos, andava até o bairro com casas tradicionais até que esbarrei em uma casa de chá e fui convidado a entrar, para o melhor chá da minha vida. Dentro da casa, fui servido 2 chás de $300,00 ( um deles que nem mais é produzido). O que aconteceu foi que dei a sorte de que uma cliente frequente estava lá e falava inglês, todos estávamos sentados em volta de uma bancada na qual o chá era preparado de um modo tradicional. No fim, comprei um pouco de um chá (não o mais caro, que chegava a $500,00) e a dona da loja me ensinou a fazer da forma correta.
        Aquecido, pude ir ao bairro tradicional, onde andei por 2 horas, meio perdido meio explorando. Descobri vários museus dentro de casas tradicionais: tive experiências ruins e boas. No fim passei um bom tempo no museu de artesanato tradicional, aproveitando o chão aquecido e conversando com as pessoas do museu.
        Segui então (me perdendo algumas vezes pelo caminho) para o decepcionante beco do bolo de arroz, com apenas 2 lojas (fracas) de bolo de arroz. Entrei então no que acreditava ser um arcade gigante (pelo menos é o que estava escrito no mapa) e me surpreendi ao descobrir que se tratava de um shopping gigante só com lojas de instrumentos musicais.
        Como última experiência agradável do dia, acabo perdido em uma feira, onde pude risca um dos desafios gastronômicos do guia, larva de bicho da seda: vendida em copos cheios, com aparência pouco aceitos e com pouco gosto ( valeu a pena pela experiência, mas não repetiria). Encontrei também uma barraca que vendia um doce em formato de peixe, comprei as duas variedades: feijão vermelho e o que julgo ser um doce de limão, ambos muito bons.
        Quando sai da feira vi uma grande concentração de policiais e resolvi rapidamente entrar no metrô e seguir para a última parada do dia: a torre Nansam. Consegui chegar no local e passei, depois de ver o por do sol, agradabilíssimas duas horas em filas: uma para subir e outra para descer a torre, ao menos a vista é boa.
        Terminou assim o cansativo dia.

obs: Depois descobri que teve uma manifestação contra a privatização de algo, as pessoas da aiesec não souberam explicar direito...
 

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