Excluindo o aeroporto, acho que é a primeira vez que me encontro com tempo para escrever algo no meio do dia. Hoje é meu último dia cheio em Seoul, mas, apesar disso, por ter dormido tarde (me distraí lendo), acabei acordando pontualmente 8 horas depois que relutantemente parei de ler, uma série de capítulos após o último da noite. Dessa forma, acordei já quase na hora de sair para a única coisa que tinha programado para o dia: um curso de culinária.
Saí do hotel com calma e, como habitualmente, sem ter comido nada. Já no metrô, a primeira coisa que pensei foi que eu teria que economizar trocados devido ao fato de que preciso colocar crédito no cartão de metrô. A segunda coisa foi que, por algum motivo, uma pessoa no vagão lembrava-me de uma pessoa que eu tinha visto, dois dias seguidos, cantando / rezando sozinho na frente da entrada de um templo pelo qual havia passado ontem e no dia anterior. De resto, eu estava com a mente acelerada, muito por ter lido durante alguns minutos mais cedo.
Não li o mesmo livro que descrevi antes; gosto de ler mais de um livro ao mesmo tempo, geralmente três: um ligeiramente mais técnico (como Justice, do Sandels), alguma obra literária mais pesada (como Crime e Castigo) e uma bem mais leve, provavelmente envolvendo romance e um ou outro elemento fantástico (Harry Potter, Guia do Mochileiro das Galáxias ou similares). Por que justamente esses três tipos de livros? A explicação pode ser resumida em uma palavra: equilíbrio.
Obs: Pulo o próximo parágrafo a não ser que queira ler uma explicação mais detalhada do porque eu leio três tipos de livro ao mesmo tempo
Deixe-me explicar, de forma ampla, cada livro em cada uma dessas divisões possui seu próprio mérito. De forma mais precisa, acredito que, como falei antes, o prazer de ler vem do mistério (lato sensu) que cada leitura proporciona. Evidentemente, cada leitura proporciona um tipo de "mistério" diferente, contudo, como um bom veneno, cada leitura deve ser apreciada em doses precisas. Digo isso porque cada tipo de livro cria um tipo de tensão ( os conflitos psicológicos profundos de clássicos mais pesados, o acúmulo de informações de livros mais técnicos ou a formação de empatia com as personagens de livros mais leves). O acúmulo de alguma dessas tensões não é agradável, sendo elas somente boas nas doses certas. Portanto, equilibro venenos com outros venenos, podendo aproveitar todos.
De volta ao meu dia, fui ao curso de culinária e acabei tendo uma aula particular sobre o tema (cozinhar carne ao estilo coreano). Devo dizer que gostei muito e ao final fiquei feliz em ver que poderia comer tudo que preparei (tem uma foto), principalmente por estar com fome (lembra? Eu ainda não tinha comido nada). Depois do final, enquanto me distraia com um panfleto de uma cervejaria artesanal que estava na recepção, ninguém menos que o dono da cervejaria apareceu e então, resolvi que vou ao local (fica a menos de três minutos) antes de voltar ao hotel. Enquanto espero para abrir, resolvi sentar em um café chamado chateau chocolate e, enquanto escrevo, ouço arranjos em piano de algumas músicas como I Dreamed a Dream e Godfather e beberico uma das bebidas de chocolate que são especialidade da casa
Coreia - prometi um blog não?
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Açougue
Realmente hoje não deu. Desisti de acordar em uma hora mais normal e me rendi ao cansaço, acordando só meio dia. O motivo é simples: como eu já tinha falado, dormir no chão descansa muito pouco, pior ainda se estiver calor (como era o caso), depois de 1 mês (quase) nessas condições, precisava dormir bastante.
Contudo, realmente não foi ruim ter perdido a manhã. Muito porque já não tenho muito mais o que fazer em Seoul e estou espremendo coisas para fazer do guia. Dito isso, a primeira coisa que fiz no dia foi, além de andar uma boa distância, ir para a versão canina do café que fui ontem a noite. Embora eu prefira gatos não posso negar que é muito divertido quase ser derrubado e ser lambido pelo almoço, quero dizer, por um cachorro. Além disso, o café tinha muito mais opções de bebida (embora todas inflacionadas) e foi bem mais fácil de achar.
A próxima coisa que fiz, depois de passar quase 1 hora brincando com os cachorros, foi andar mais um par de estações de metrô e peguei o metrô para uma estação a quatro outras paradas do lugar que eu queria ir. O resultado foi que fiquei mais de duas horas andando e, quando cheguei no local para onde ia, não consegui achar o restaurante que eu queria ir (durante quase 30 minutos).
Por falar nisso, minha última parada do dia (antes de resolver pegar o metrô para uma estação longe para conhecer o caminho para o lugar que estou ficando) foi o restaurante. Por que eu queria tanto ir no local? Simples, eu queria risca mais um prato da lista de desafios do guia. O prato foi caranguejo cru fermentado em molho shoyo (o restaurante que fui estava especialmente indicado para esse prato, então, isso combinado com o fato de ser um restaurante chique, me deu segurança para comer o prato).
Devo admitir que o gosto não era ruim como eu esperava e achei até gostosinho, bom como aperitivo, não como prato principal. Ao contrário do polvo, não tem muito como descrever o gosto, quero dizer, é bem diferente de tudo que eu já provei antes
Contudo, realmente não foi ruim ter perdido a manhã. Muito porque já não tenho muito mais o que fazer em Seoul e estou espremendo coisas para fazer do guia. Dito isso, a primeira coisa que fiz no dia foi, além de andar uma boa distância, ir para a versão canina do café que fui ontem a noite. Embora eu prefira gatos não posso negar que é muito divertido quase ser derrubado e ser lambido pelo almoço, quero dizer, por um cachorro. Além disso, o café tinha muito mais opções de bebida (embora todas inflacionadas) e foi bem mais fácil de achar.
A próxima coisa que fiz, depois de passar quase 1 hora brincando com os cachorros, foi andar mais um par de estações de metrô e peguei o metrô para uma estação a quatro outras paradas do lugar que eu queria ir. O resultado foi que fiquei mais de duas horas andando e, quando cheguei no local para onde ia, não consegui achar o restaurante que eu queria ir (durante quase 30 minutos).
Por falar nisso, minha última parada do dia (antes de resolver pegar o metrô para uma estação longe para conhecer o caminho para o lugar que estou ficando) foi o restaurante. Por que eu queria tanto ir no local? Simples, eu queria risca mais um prato da lista de desafios do guia. O prato foi caranguejo cru fermentado em molho shoyo (o restaurante que fui estava especialmente indicado para esse prato, então, isso combinado com o fato de ser um restaurante chique, me deu segurança para comer o prato).
Devo admitir que o gosto não era ruim como eu esperava e achei até gostosinho, bom como aperitivo, não como prato principal. Ao contrário do polvo, não tem muito como descrever o gosto, quero dizer, é bem diferente de tudo que eu já provei antes
sábado, 25 de janeiro de 2014
Old Cat Lady
Como todo Sábado, acordei um pouco mais tarde que o normal. Meu plano era ir direto tomar café no local que guia chamava de melhor padaria de Seoul. Peguei o metrô e descia na estação que o guia falou. Fiquei procurando o local e não encontrei. Quando desisti, resolvi ir até um bairro próximo, onde tem a maior concentração de estrangeiros. Felizmente, no caminho encontro a tal padaria e como algo. Realmente, a comida estava muito boa, mas cometi o erro tático de pegar coisas com recheio, ou seja, que eram difíceis de comer sem se sujar. Depois disso, passiei pelo bairro e, francamente, não achei nada de mais.
Novamente peguei o metrô. Segui para um museu sobre o processo de democratização da Coreia. O museu fica nas instalações de uma prisão onde os presos eram torturados. Como esperado, o museu era, tentando ser politicamente correto, um pouco enviesado. Deixo passar a chance de falar para qual dos lados. De resto, o museu era bem interessante, valendo a viagem.
Decidi então andar para o local onde iria almoçar. Nota-se que eram mais ou menos 16h e que o local que eu ia almoçar ficava a 4 estações de metrô de distância. Quando cheguei no local, não consegui encontrar o restaurante que o guia falava e, novamente, depois de desistir de ir no restaurante consegui achar um local que acho que era o lugar que o guia falava. Ficava em uma viela e só consegui encontrar porque resolvi seguir um trio de coreanos que estavam entrando na esquina. Comi bem e barato.
Para fechar o dia, fui, depois de andar mais 2 horas, tentar encontrar um café no qual a atração principal é que há vários gatos (procure Gio Cat no google). Obviamente, demorar uma eternidade para encontrar o lugar. Imagine: eu tinha que encontrar uma viela e, dentro da viela, no terceiro andar, ficava o café. Tenho auê confessar que não achei que seria bom enquanto eu subia as escadas do prédio nada suspeito dentro da viela também nada suspeita. Felizmente, eu erro e, nesse caso, errei muito feio: foi muito divertido ficar brincando com os gatos enquanto tomava um chá gelado
Novamente peguei o metrô. Segui para um museu sobre o processo de democratização da Coreia. O museu fica nas instalações de uma prisão onde os presos eram torturados. Como esperado, o museu era, tentando ser politicamente correto, um pouco enviesado. Deixo passar a chance de falar para qual dos lados. De resto, o museu era bem interessante, valendo a viagem.
Decidi então andar para o local onde iria almoçar. Nota-se que eram mais ou menos 16h e que o local que eu ia almoçar ficava a 4 estações de metrô de distância. Quando cheguei no local, não consegui encontrar o restaurante que o guia falava e, novamente, depois de desistir de ir no restaurante consegui achar um local que acho que era o lugar que o guia falava. Ficava em uma viela e só consegui encontrar porque resolvi seguir um trio de coreanos que estavam entrando na esquina. Comi bem e barato.
Para fechar o dia, fui, depois de andar mais 2 horas, tentar encontrar um café no qual a atração principal é que há vários gatos (procure Gio Cat no google). Obviamente, demorar uma eternidade para encontrar o lugar. Imagine: eu tinha que encontrar uma viela e, dentro da viela, no terceiro andar, ficava o café. Tenho auê confessar que não achei que seria bom enquanto eu subia as escadas do prédio nada suspeito dentro da viela também nada suspeita. Felizmente, eu erro e, nesse caso, errei muito feio: foi muito divertido ficar brincando com os gatos enquanto tomava um chá gelado
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Banho Romano
Novamente, deixei de escrever porque não tinha muito o que falar. Da mesma forma, não tenho muito o que dizer agora que não seja o que fiz no dia.
Hoje, ao contrário dos outros dias, fomos a uma mistura de parque aquático e spa. Era, na verdade, uma grande piscina com uma série de piscinas aquecidas, saunas e "tobogões". Entre 13h e 17h, ficamos no local (havia almoçado antes). Com toda a sinceridade, não vejo motivo em descrever o que fiz em uma piscina, pois não há nada de interessante. Porém, duas coisas são mais relevantes. A primeira é que, por algum motivo, todos tínhamos que ficar no parque com camisa, short e chapéu. Imagino que seja por questão de higiene, contudo não deixa de ser, ao meu ver, ligeiramente exagerado.
A outra coisa interessante aconteceu logo depois. Assim que saímos da piscina, tínhamos que tomar banho e, convenientemente, havia um local que só pode ser descrito brevemente como sendo um banho romano. Era uma sala grande com algumas piscinas aquecidas em diferentes temperaturas e chuveiros. A grande diferença era que todos ficavam sem roupa. Claramente, levando em conta minha cultura, foi, por assim dizer, minimamente um choque. Quero dizer, quando entrei no local e percebi como as coisas funcionavam, travei por 5 segundos e, em seguida, copiei a todos os outros. Inacreditavelmente, não foi desagradável como achei que seria.
Em seguida, fomos jantar por perto. Nada de especial / que valha a pena comentar. Por último, deixaram-me na rodoviária para eu pegar o ônibus de volta para Seoul, onde ficarei até Terça de noite, quando pego o avião de volta
Hoje, ao contrário dos outros dias, fomos a uma mistura de parque aquático e spa. Era, na verdade, uma grande piscina com uma série de piscinas aquecidas, saunas e "tobogões". Entre 13h e 17h, ficamos no local (havia almoçado antes). Com toda a sinceridade, não vejo motivo em descrever o que fiz em uma piscina, pois não há nada de interessante. Porém, duas coisas são mais relevantes. A primeira é que, por algum motivo, todos tínhamos que ficar no parque com camisa, short e chapéu. Imagino que seja por questão de higiene, contudo não deixa de ser, ao meu ver, ligeiramente exagerado.
A outra coisa interessante aconteceu logo depois. Assim que saímos da piscina, tínhamos que tomar banho e, convenientemente, havia um local que só pode ser descrito brevemente como sendo um banho romano. Era uma sala grande com algumas piscinas aquecidas em diferentes temperaturas e chuveiros. A grande diferença era que todos ficavam sem roupa. Claramente, levando em conta minha cultura, foi, por assim dizer, minimamente um choque. Quero dizer, quando entrei no local e percebi como as coisas funcionavam, travei por 5 segundos e, em seguida, copiei a todos os outros. Inacreditavelmente, não foi desagradável como achei que seria.
Em seguida, fomos jantar por perto. Nada de especial / que valha a pena comentar. Por último, deixaram-me na rodoviária para eu pegar o ônibus de volta para Seoul, onde ficarei até Terça de noite, quando pego o avião de volta
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Sempre - O Horror dos Horrores
Acordei mais cedo do que o normal, tinha que voltar para o centro. Ainda estava cedo, então, olhando o tempo frio e nublado, que cobria o chão com um tapete de neve acinzentada de sujeira. Fico tentado em explicar em maiores detalhes a cor que tomou a neve; acho que tomei um gosto por descrever cores, talvez seja o tipo de texto mais próximo à poesia, gênero que, apesar do hábito e do gosto, não cultivo a muito tempo. Sim, descrever cores é somente um sintoma de saudades.
Frígidos senhores jurados, vendo o tapete, que mais parecia uma mistura de grãos rudes de farinha mal misturados a restos de cinzas de cigarros, decidi, acertadamente, temer o chão descoberto e aproveitar os 30 minutos de silêncio solitário que me restavam para continuar lendo o livro que havia começado antes. Quão boa foi a decisão de continuar a leitura, quanto tempo não fazia que não era sugado para dentro de um livro, acelerando o ritmo da leitura ao meu máximo para devorar bestialmente mais e mais páginas do texto que gostaria que durasse para sempre. Eu sabia que me apaixonei para sempre com o mistério do livro, mas também sei que o livro não será mistério para sempre. Vejo que "sempre" é o horror dos horrores.
Tanto gostei do conjunto que me vejo, semi-conscientemente utilizando paráfrases e copiando o estilo do autor na esperança de que você, leitor, perceba e persiga o livro. O pouco tempo que tinha passou rápido e, em um piscar de olhos (do mesmo jeito que abandono o estilo do autor), retorno para o centro. Depois da rotina, volteia para a casa que estava e, em mais que agradável surpresa, saímos todos para brincar na neve que, fofa, pálida, abundante e fria, ventava em mim.
Assim como no livro, retomo, por breve momento, um jeito infantil, uma fascinação pelo novo e pela realização das expectativas que se tem desse novo.
Não sei o que quem leu achou desse estilo de texto; particularmente, lembra-me mais dos primeiros textos que coloquei, dos textos que posso rever por interesse. Contudo, acho que é ironicamente adequado a mim esse jeito meio esquizofrênico de escrever, combinando palavras difíceis, beirando ser (ou sendo) pedante, e um fluxo de pensamento.
Não sei o que você acha, mas sei que gosto desse estilo
Frígidos senhores jurados, vendo o tapete, que mais parecia uma mistura de grãos rudes de farinha mal misturados a restos de cinzas de cigarros, decidi, acertadamente, temer o chão descoberto e aproveitar os 30 minutos de silêncio solitário que me restavam para continuar lendo o livro que havia começado antes. Quão boa foi a decisão de continuar a leitura, quanto tempo não fazia que não era sugado para dentro de um livro, acelerando o ritmo da leitura ao meu máximo para devorar bestialmente mais e mais páginas do texto que gostaria que durasse para sempre. Eu sabia que me apaixonei para sempre com o mistério do livro, mas também sei que o livro não será mistério para sempre. Vejo que "sempre" é o horror dos horrores.
Tanto gostei do conjunto que me vejo, semi-conscientemente utilizando paráfrases e copiando o estilo do autor na esperança de que você, leitor, perceba e persiga o livro. O pouco tempo que tinha passou rápido e, em um piscar de olhos (do mesmo jeito que abandono o estilo do autor), retorno para o centro. Depois da rotina, volteia para a casa que estava e, em mais que agradável surpresa, saímos todos para brincar na neve que, fofa, pálida, abundante e fria, ventava em mim.
Assim como no livro, retomo, por breve momento, um jeito infantil, uma fascinação pelo novo e pela realização das expectativas que se tem desse novo.
Não sei o que quem leu achou desse estilo de texto; particularmente, lembra-me mais dos primeiros textos que coloquei, dos textos que posso rever por interesse. Contudo, acho que é ironicamente adequado a mim esse jeito meio esquizofrênico de escrever, combinando palavras difíceis, beirando ser (ou sendo) pedante, e um fluxo de pensamento.
Não sei o que você acha, mas sei que gosto desse estilo
domingo, 19 de janeiro de 2014
Sanjaki - A Comida que Foge do Prato
Hoje acordei mais tarde, meu plano era simplesmente encontrar com uma pessoa da aiesec. De início foi exatamente o que fiz. Contudo, depois de ficar conversando por algum tempo, decidimos ir ao mercado de peixes para almoçar (o mesmo que já tinha ido). Já no mercado, decidimos que iríamos provar um prato coreano que consta na secção de desafios do guia que tenho (acompanhado, entre outros, pela larva de bicho da seda). Seguindo o conselho do meu pai, compramos, ainda vivo, o almoço e levamos para o restaurante no segundo andar do mercado. Em 5 minutos veio o prato: um par de polvos pequenos cortados, ainda se retorcendo e acompanhados de algumas outras coisas (molhos e acompanhamentos). Para os mais corajosos, tenho um vídeo mostrando como a comida literalmente tentava fugir (só pedir que mando o vídeo).
Tenho que admitir que só valeu pela experiência e para mandar o vídeo para minha irmã e imaginar a reação dela (sim, sou muito mau). O polvo cru quase não tem gosto e, para completar, imitando um zumbi, só para de se mexer depois de ser mastigado algumas vezes, ou seja, ainda se mexe um pouco na sua boca e agarra qualquer coisa que toca com as ventosas.
Ao fim da refeição menos kasher que já fiz, separei-me da pessoa que estava comigo e fui para um local com vários mercados de rua que vendiam principalmente roupas. Algumas das coisas interessantes que vi foi uma loja com milhares de gravatas, desde gravatas de seda até gravatas com estampas de caveiras. Outra coisa que achei estranha fique por mais que eu procurasse não encontrei uma única camisa de futebol de um time da Coreia.
Segui então para um mercado coberto de comidas e, depois de rodar um pouco, sentei em uma barraca que estava lotada e que até tive que esperar para sentar. Comi alguma coisa que parecia ser uma salsicha de sangue, uns pedaços do que parecia ser cartilagem e mais um tipo de filé de porco (tem foto). Nada demais.
Para finalizar, resolvi andar até uma estação mais ou menos longe de onde eu estava e, no caminho, passei por algumas outras feiras e parava para olhar e andar por dentro. No fim das mais 3 horas andando cheguei ao hotel onde estou agora
Tenho que admitir que só valeu pela experiência e para mandar o vídeo para minha irmã e imaginar a reação dela (sim, sou muito mau). O polvo cru quase não tem gosto e, para completar, imitando um zumbi, só para de se mexer depois de ser mastigado algumas vezes, ou seja, ainda se mexe um pouco na sua boca e agarra qualquer coisa que toca com as ventosas.
Ao fim da refeição menos kasher que já fiz, separei-me da pessoa que estava comigo e fui para um local com vários mercados de rua que vendiam principalmente roupas. Algumas das coisas interessantes que vi foi uma loja com milhares de gravatas, desde gravatas de seda até gravatas com estampas de caveiras. Outra coisa que achei estranha fique por mais que eu procurasse não encontrei uma única camisa de futebol de um time da Coreia.
Segui então para um mercado coberto de comidas e, depois de rodar um pouco, sentei em uma barraca que estava lotada e que até tive que esperar para sentar. Comi alguma coisa que parecia ser uma salsicha de sangue, uns pedaços do que parecia ser cartilagem e mais um tipo de filé de porco (tem foto). Nada demais.
Para finalizar, resolvi andar até uma estação mais ou menos longe de onde eu estava e, no caminho, passei por algumas outras feiras e parava para olhar e andar por dentro. No fim das mais 3 horas andando cheguei ao hotel onde estou agora
sábado, 18 de janeiro de 2014
Atividades Externas, Esportes e Golfe
Alguns, não muitos, devem ter reparado que não atualizar o blog a alguns dias. O motivo é simples: não pensei em nada interessante para escrever. É claro que interessante é relativo, alguns provavelmente acharam os últimos textos insuportáveis.
De qualquer modo, agora estou escrevendo de Seoul e é Sábado de noite. Cheguei aqui ontem já mais tarde e só tive tempo de fazer duas coisas: banho e planejar o dia de hoje. Contudo, pude passar a noite em uma cama, o que fez dessa última noite uma das mais confortáveis que tive: não só não dormi no chão, como o quarto estava fresco. É claro que para equilibrar eu tinha que dá a sorte de dividir o quarto com pessoas que, por assim dizer, não encontram em seus hábitos de higiene motivos contrários a deixar um pote sujo de cup noodles em cima da cama.
Quebrando completamente o assunto, hoje fiz algumas coisas. Depois de acordar fui para a fortaleza de Seoul para fazer uma caminhada de 2 horas, com direito a subir muitas escadas e ter uma visão completa de Seoul. Depois, passei mais algumas horas andando pela cidade e passando por alguns lugares novos. No final das contas, acabei indo para o mesmo mercado de rua que já havia visitado e almocei o que encontrava e não havia provado pelo caminho.
Isso acabou criando uma situação engraçada. Devido à minha falta de conhecimentos sobre as comidas de rua coreanas, só no final que consegui comer algo salgado. Uma das coisas que comi, e acho que vale a pena comentar, foi uma paquera recheada de mel e amêndoas, contudo a massa tinha algum tipo de bebida alcoólica misturada o que fez esse prato o melhor do dia.
Ao fim da caminhada, fui visitar um shopping que pode ser o maior da Ásia (de acordo com o guia que tenho). Realmente o shopping é. gigantesco, tão grande que nem tive vontade de olhar tudo; contive-me em passar rapidamente por alguns dos blocos do shopping e olhar bem um complexo interno ao shopping que é, por si só, um shopping bem grande, com direito até a supermercado.
Para finalizar, só comentar um par de coisas bem interessantes desse complexo interno. Estavam, no supermercado, vendendo cestas de frutas frescas para dar de presente, o que espantou foi que uma cesta com uma dúzia de tangerinas custava o equivalente a R$400,00! Outra coisa foi que no andar de esportes (além da falta de uma única camisa de futebol da Coreia), a placa que identificada o andar estava, na tradução, com o seguinte texto: outdoor activities, sports and golf
De qualquer modo, agora estou escrevendo de Seoul e é Sábado de noite. Cheguei aqui ontem já mais tarde e só tive tempo de fazer duas coisas: banho e planejar o dia de hoje. Contudo, pude passar a noite em uma cama, o que fez dessa última noite uma das mais confortáveis que tive: não só não dormi no chão, como o quarto estava fresco. É claro que para equilibrar eu tinha que dá a sorte de dividir o quarto com pessoas que, por assim dizer, não encontram em seus hábitos de higiene motivos contrários a deixar um pote sujo de cup noodles em cima da cama.
Quebrando completamente o assunto, hoje fiz algumas coisas. Depois de acordar fui para a fortaleza de Seoul para fazer uma caminhada de 2 horas, com direito a subir muitas escadas e ter uma visão completa de Seoul. Depois, passei mais algumas horas andando pela cidade e passando por alguns lugares novos. No final das contas, acabei indo para o mesmo mercado de rua que já havia visitado e almocei o que encontrava e não havia provado pelo caminho.
Isso acabou criando uma situação engraçada. Devido à minha falta de conhecimentos sobre as comidas de rua coreanas, só no final que consegui comer algo salgado. Uma das coisas que comi, e acho que vale a pena comentar, foi uma paquera recheada de mel e amêndoas, contudo a massa tinha algum tipo de bebida alcoólica misturada o que fez esse prato o melhor do dia.
Ao fim da caminhada, fui visitar um shopping que pode ser o maior da Ásia (de acordo com o guia que tenho). Realmente o shopping é. gigantesco, tão grande que nem tive vontade de olhar tudo; contive-me em passar rapidamente por alguns dos blocos do shopping e olhar bem um complexo interno ao shopping que é, por si só, um shopping bem grande, com direito até a supermercado.
Para finalizar, só comentar um par de coisas bem interessantes desse complexo interno. Estavam, no supermercado, vendendo cestas de frutas frescas para dar de presente, o que espantou foi que uma cesta com uma dúzia de tangerinas custava o equivalente a R$400,00! Outra coisa foi que no andar de esportes (além da falta de uma única camisa de futebol da Coreia), a placa que identificada o andar estava, na tradução, com o seguinte texto: outdoor activities, sports and golf
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